segunda-feira, 15 de junho de 2015

Macunaíma, de Mário de Andrade GLEISE COSTA PROJETOS

QUESTOES ISLAMISMO 7 ANO GLEISE COSTA PROJETO ISLAMISMO

ESCOLA______________________________________________PROF GLEISE COSTA DATA-|________________________ HISTORIA 7ANO TURMA-________ 01. A religião muçulmana, que contribuiu para unificar os povos de origem árabe e lhes forneceu amparo espiritual ao longo de sua expansão, a) Inspirava a forma de governo parlamentar, pois os líderes religiosos reuniam-se em assembléia proporcional. b) Pregava o politeísmo na medida em que reconhecia a adoração de vários deuses. c) Retirava sua orientação dos textos considerados sagrados, contidos no Corão. d) Reconhecia em Maomé o único e verdadeiro Deus a ser adorado pelos islamitas. e) Tinha como seu mais importante centro espiritual a cidade de Bagdá. 02. O Império Islâmico, que dominou grande parte do mundo medieval, chegou a alcançar um notável desenvolvimento científico. Para que isso acontecesse, muito contribuíram os conhecimentos que sobreviveram de uma civilização anterior. Que civilização foi essa? a) Germânica b) Babilônica c) Grega d) Romana e) Egípcia 03. A pregação de Maomé fez-se inicialmente em Meca, e atemorizou os coraixitas, guardiões da Caaba e beneficiados com o comércio caravaneiro. A principal preocupação de Maomé foi: a) Destruir o predomínio comercial em Meca, em benefício da cidade de Medina, que o adotou. b) Promover uma aliança entre as cidades árabes para combater os beduínos, que vivam na pilhagem e impediam o desenvolvimento comercial. c) Estabelecer uma doutrina sincrética, que pudesse ser assimilada tanto pelos beduínos do deserto, como por cristãos e principalmente judeus. d) Desenvolver uma doutrina que promovesse a unificação religiosa, favorecendo a unidade política, necessária para superação das grandes dificuldades dos árabes. e) Criar condições para o expansionismo árabe que possibilitasse o enriquecimento dos povos beduínos, marginalizados no deserto. 04. Durante a Baixa Idade Média surgiram os movimentos comunais, que pretendiam: a) A substituição do feudalismo pelo capitalismo. b) Organizar novas cidades fora do território feudal. c) Subordinar a cidade à autoridade real. d) Garantir a continuidade do comércio pelo Mediterrâneo. e) Obter direitos próprios para as cidades. 05. A principal característica da política da Baixa Idade Média foi o início da centralização monárquica, sobre a qual é incorreto afirmar que: a) Após a anexação de feudos ingleses na França de Felipe Augusto, a nobreza inglesa impôs a Magna Carta a João Sem Terra, rei da Inglaterra, em substituição a seu irmão Ricardo, que participava das Cruzadas. b) Desde o reinado de Felipe Augusto, a França caminhou em direção ao fortalecimento do poder real, enquanto a Inglaterra tendia a uma monarquia limitada, que mais tarde seria parlamentarista. c) O final deste período conheceu a Guerra dos Cem Anos envolvendo Inglaterra e França, dada a rivalidade tradicional entre os dois países, assim como o avanço do protestantismo na Inglaterra. d) As disputas políticas envolvendo o papa e o imperador do Sacro Império transformaram-se num confronto envolvendo várias cidades e impediram que se formasse um Estado forte na região da Itália. e) Nesse período ocorreu a formação da Monarquia portuguesa, que caminhou rapidamente para o absolutismo, após a Revolução de Áviz, apoiada pela nascente burguesia. 06. Qual a relação existente entre a expansão do islamismo e o feudalismo? 07. A Hégira assinala: a) um marco histórico para o início do calendário judaico; b) a reunificação do império Romano sob Justiniano; c) a fuga de Maomé de Meca para Medina; d) o domínio dos navegantes escandinavos sobre os mares Báltico e do Norte; e) a tomada de Constantinopla pelos turcos. 08. Em 711, os muçulmanos atravessaram o Estreito de Gibraltar e conquistaram quase toda a Península Ibérica. Depois transpuseram os Pireneus e entraram na Gália, mas foram derrotados em 732 por Carlos Martel na famosa Batalha de: a) Aljubarrota b) Poitiers c) Waterloo d) Alcáder-Quebir e) Granada 09. A contra-ofensiva européia no Oriente Próximo, durante os séculos XI – XII, resultou de vários fatores. Assinale a alternativa incorreta: a) Atuação do Papado na condução dos fiéis às Cruzadas. b) Estabilidade política e social da Europa. c) Crise política do Islão. d) Surgimento dos califados islâmicos. e) Aumento da população européia. 10. A rivalidade entre Meca e Iatreb era: a) econômica e política b) política e religiosa c) econômica e religiosa d) religiosa e cultural e) econômica e cultural RESPOSTA 1____2____3____4_____5_____7_____8______9______10_______ RESPOSTA 6_________________________________________________________________________ ORIGENS DO ISLAMISMO E ORIENTE 1) Leia as afirmações abaixo sobre o Alcorão; I. O Alcorão foi escrito por Alá e contém as bases da religião islâmica. II. Pode se dizer que o Alcorão é um documento histórico, pois traz informações sobre a formação do islamismo. III. Há nas páginas do Alcorão um claro incentivo aos ataques de homens-bomba. Estão corretas: a) Somente a I está correta. b) Somente a II está correta. c) Somente a III está correta. d) Somente a I e II estão corretas. e) Todas estão corretas. 2) Sobre a relação entre Oriente e Ocidente no presente, marque a CORRETA: a) Hoje o Oriente vem recebendo grande atenção por parte da TV, o que pôs fim ao preconceito contra aquela região. b) As diferenças entre orientais e ocidentais apareceram somente nos últimos anos graças ao aumento das informações. c) Apesar de termos mais informações sobre o Oriente ainda há muitas dificuldades para entendermos a realidade daqueles povos. d) As diferenças religiosas são pequenas, mas as culturas de Oriente e Ocidente ainda são bem diferentes. 3) Sobre o território onde surgiu o islamismo, marque a alternativa CERTA: a) O islamismo surgiu na Arábia, região marcada pelas várias inundações do rio Nilo. b) O islamismo teve origem em Portugal, após a expansão do povo do Oriente. c) O islamismo surgiu na Arábia e lá permaneceu isolado até pouco tempo atrás. d) O islamismo surgiu na Pérsia, sendo seus seguidores perseguidos pelos romanos. e) O islamismo surgiu na Arábia, uma região com clima seco e grandes desertos. 4) Sobre as tribos existentes antes da origem do islamismo, marque a única alternativa ERRADA: a) As tribos do litoral e do deserto sempre se uniam para enfrentar os estrangeiros. b) Algumas das tribos se dedicavam ao comércio para sobreviver. c) Os assaltos às caravanas de comerciantes eram comuns entre as tribos. d) Havia uma constante rivalidade entre as tribos do deserto e as do litoral. 5) Leia as afirmações abaixo: I. Antes da origem do islamismo, faltava uma unidade política para as tribos do Oriente; II. A guerra santa foi fundamental para o islamismo se espalhar tanto pelo mundo. III. O islamismo serviu para desunir ainda mais as tribos rivais, gerando novas guerras. Estão corretas: a) Somente a I está correta. b) Somente I e III estão corretas. c) Somente II e III estão corretas. d) Somente I e II estão corretas. e) Todas estão corretas. 6) “Maomé foi o fundador do ___(1)___, religião ____(2)____ que crê em ___(3)____." Completam corretamente os espaços (1), (2) e (3), respectivamente: a) (1) islamismo, (2) politeísta, (3) Cristo; b) (1) cristianismo, (2) monoteísta, (3) Alá; c) (1) islamismo, (2) monoteísta, (3) Alá; d) (1) judaísmo, (2) politeísta, (3) Alá; e) (1) islamismo, (2) monoteísta, (3) Cristo; 7) Pode se dizer que Maomé... a) Usou seus conhecimentos sobre outras religiões para criar uma nova religião para seu povo. b) Fundou o islamismo, eliminando qualquer semelhança da nova religião com o cristianismo. c) Defendia a adoração às imagens como uma forma de se chegar à salvação. d) Aliou-se aos sacerdotes de seu povo para criar uma nova e mais justa religião. e) Era um homem comum, que sabia muito pouco sobre as outras religiões existentes no mundo. 8) Sobre a perseguição a Maomé, marque a CERTA: a) A perseguição das tribos do litoral destruiu todas as imagens de adoração. b) Maomé fugiu, montou um exército de fiéis e voltou à Meca para dominá-la. c) Com a perseguição, o deserto do Oriente foi dominado por povos estrangeiros. d) A perseguição se deve à disputa comercial entre as diversas tribos do oriente. e) Com a perseguição, Maomé foi preso e o islamismo foi destruído pelos judeus. 9) Qual das alternativas abaixo NÃO é um dos pilares do islamismo: a) Declaração de fé em Alá; b) Oração diária; c) A peregrinação à Meca; d) A prática do jejum religioso; e) O culto às imagens de Maomé; 10) Nos últimos anos, o mundo inteiro tem direcionado as atenções para o Oriente. Isso se iniciou principalmente após... a) A chegada de Obama à presidência dos Estados Unidos. b) A invasão ao Iraque pelos Estados Unidos e a morte de SaddamHussein. c) O assassinato de Osama Bin Laden em agosto de 2006. d) Os ataques às torres gêmeas nos Estados Unidos em setembro de 2001. 11) Uma das causas para os conflitos entre cristãos e islâmicos é: a) A tentativa, das duas de religiões, de tentar se espalhar o mundo inteiro; b) O fato das duas terem surgido em regiões muito distantes uma da outra; c) O fato de não aceitarem a existência de mensageiros divinos, nem santos; d) A posse dos oásis para vingar saques a que foram submetidas. RESPOSTA : 1______2______3______4_______5______6______7_____8_______9_______10_______11________

EXERCICIO ESCRAVIZADOS GLEISE COSTA PROJETO -AFRICA1

QUESTOES 8 ANO OS ESCRAVIZADOS NO BRASIL 1. (Fuvest 2012) Os indígenas foram também utilizados em determinados momentos, e sobretudo na fase inicial [da colonização do Brasil]; nem se podia colocar problema nenhum de maior ou melhor “aptidão” ao trabalho escravo (...). O que talvez tenha importado é a rarefação demográfica dos aborígines, e as dificuldades de seu apresamento, transporte, etc. Mas na “preferência” pelo africano revela-se, mais uma vez, a engrenagem do sistema mercantilista de colonização; esta se processa num sistema de relações tendentes a promover a acumulação primitiva de capitais na metrópole; ora, o tráfico negreiro, isto é, o abastecimento das colônias com escravos, abria um novo e importante setor do comércio colonial, enquanto o apresamento dos indígenas era um negócio interno da colônia. Assim, os ganhos comerciais resultantes da preação dos aborígines mantinham-se na colônia, com os colonos empenhados nesse “gênero de vida”; a acumulação gerada no comércio de africanos, entretanto, fluía para a metrópole; realizavam-na os mercadores metropolitanos, engajados no abastecimento dessa “mercadoria”. Esse talvez seja o segredo da melhor “adaptação” do negro à lavoura ... escravista. Paradoxalmente, é a partir do tráfico negreiro que se pode entender a escravidão africana colonial, e não o contrário. Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec, 1979, p. 105. Adaptado. Nesse trecho, o autor afirma que, na América portuguesa, a) os escravos indígenas eram de mais fácil obtenção do que os de origem africana, e por isso a metrópole optou pelo uso dos primeiros, já que eram mais produtivos e mais rentáveis. b) os escravos africanos aceitavam melhor o trabalho duro dos canaviais do que os indígenas, o que justificava o empenho de comerciantes metropolitanos em gastar mais para a obtenção, na África, daqueles trabalhadores. c) o comércio negreiro só pôde prosperar porque alguns mercadores metropolitanos preocupavam-se com as condições de vida dos trabalhadores africanos, enquanto que outros os consideravam uma “mercadoria”. d) a rentabilidade propiciada pelo emprego da mão de obra indígena contribuiu decisivamente para que, a partir de certo momento, também escravos africanos fossem empregados na lavoura, o que resultou em um lucrativo comércio de pessoas. e) o principal motivo da adoção da mão de obra de origem africana era o fato de que esta precisava ser transportada de outro continente, o que implicava a abertura de um rentável comércio para a metrópole, que se articulava perfeitamente às estruturas do sistema de colonização. 2. (Fgv 2012) Analise o gráfico abaixo: O tráfico negreiro foi um dos mais importantes elementos do domínio colonial entre os séculos XVI e XVIII. A mão de obra escrava proveniente da África foi empregada nas principais atividades desenvolvidas nas colônias americanas, por iniciativa dos Estados europeus. Considerando os dados fornecidos pelo gráfico, é possível afirmar sobre a economia colonial nesse período: a) A utilização de escravos africanos na América espanhola cresceu em escala progressiva e acompanhou o aumento da extração de prata e ouro até o final do século XVIII. b) A introdução de escravos africanos nas Antilhas Francesas está associada à produção canavieira desenvolvida por holandeses após a sua expulsão de Pernambuco na metade do século XVII. c) Os governantes ingleses impediram o tráfico de escravos em suas colônias e estimularam, em contrapartida, o desenvolvimento do povoamento europeu nos territórios americanos sob o seu controle. d) A utilização de escravos africanos no Brasil ocorreu, apenas, com a descoberta de ouro e pedras preciosas na região das Minas Gerais, no século XVIII. e) O número de escravos africanos trazido ao Brasil foi sempre superior ao volume de escravos destinados às demais áreas coloniais referidas no gráfico. 3. (Unesp 2012) Os africanos não escravizavam africanos, nem se reconheciam então como africanos. Eles se viam como membros de uma aldeia, de um conjunto de aldeias, de um reino e de um grupo que falava a mesma língua, tinha os mesmos costumes e adorava os mesmos deuses. (...) Quando um chefe (...) entregava a um navio europeu um grupo de cativos, não estava vendendo africanos nem negros, mas (...) uma gente que, por ser considerada por ele inimiga e bárbara, podia ser escravizada. (...) O comércio transatlântico (...) fazia parte de um processo de integração econômica do Atlântico, que envolvia a produção e a comercialização, em grande escala, de açúcar, algodão, tabaco, café e outros bens tropicais, um processo no qual a Europa entrava com o capital, as Américas com a terra e a África com o trabalho, isto é, com a mão de obra cativa. (Alberto da Costa e Silva. A África explicada aos meus filhos, 2008. Adaptado.) Ao caracterizar a escravidão na África e a venda de escravos por africanos para europeus nos séculos XVI a XIX, o texto a) reconhece que a escravidão era uma instituição presente em todo o planeta e que a diferenciação entre homens livres e homens escravos era definida pelas características raciais dos indivíduos. b) critica a interferência europeia nas disputas internas do continente africano e demonstra a rejeição do comércio escravagista pelos líderes dos reinos e aldeias então existentes na África. c) diferencia a escravidão que havia na África da que existia na Europa ou nas colônias americanas, a partir da constatação da heterogeneidade do continente africano e dos povos que lá viviam. d) afirma que a presença europeia na África e na América provocou profundas mudanças nas relações entre os povos nativos desses continentes e permitiu maior integração e colaboração interna. e) considera que os únicos responsáveis pela escravização de africanos foram os próprios africanos, que aproveitaram as disputas tribais para obter ganhos financeiros. 4. (Unesp 2012) Leia o texto a seguir. Nas primeiras três décadas que se seguiram à passagem da armada de Cabral, além das precárias guarnições das feitorias [...], apenas alguns náufragos [...] e “lançados” atestavam a soberania do rei de Portugal no litoral americano do Atlântico Sul. (Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação, 2008.) Os lançados citados no texto eram a) funcionários que recebiam, da Coroa, a atribuição oficial de gerenciar a exploração comercial do pau-brasil e das especiarias encontradas na colônia portuguesa. b) militares portugueses encarregados da proteção armada do litoral brasileiro, para impedir o atracamento de navios de outros países, interessados nas riquezas naturais da colônia. c) comerciantes portugueses encarregados do tráfico de escravos, que atuavam no litoral atlântico da África e do Brasil e asseguravam o suprimento de mão de obra para as colônias portuguesas. d) donatários das primeiras capitanias hereditárias, que assumiram formalmente a posse das novas terras coloniais na América e implantaram as primeiras lavouras para o cultivo da cana-de-açúcar. e) súditos portugueses enviados para o litoral do Brasil ou para a costa da África, geralmente como degredados, que acabaram por se tornar precursores da colonização. 5. (Unicamp simulado 2011) Os ventos e as correntes marítimas constituíam um entrave considerável ao tráfico de escravos índios pela costa do Atlântico Sul. Ao contrário, nas travessias entre Brasil e Angola, zarpava-se com facilidade de Pernambuco, da Bahia e do Rio de Janeiro, até Luanda ou a Costa da Mina. (Adaptado de Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul (séculos XVI e XVII). São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p. 61-63.) Podemos relacionar as condições geográficas brasileiras ao sistema de exploração colonial na medida em que a) a dificuldade de fazer o tráfico de escravos índios do norte para o sul da colônia pela navegação litorânea levou os habitantes do sul a penetrarem o interior por terra, a fim de buscar uma outra via para a captura de nativos. b) a facilidade da travessia entre Brasil e Angola levou ao desenvolvimento do tráfico de escravos africanos, forma encontrada pelas capitanias do sul da colônia para compensar a falta de escravos índios para suas lavouras de café. c) o tráfico de escravos índios do norte para o sul era feito parcialmente por terra, expandindo o território além da linha de Tordesilhas, o que levou ao povoamento e desenvolvimento do interior da colônia em detrimento do litoral. d) a dificuldade da navegação litorânea para o tráfico de escravos índios e o alto custo da navegação atlântica para o tráfico de escravos africanos fizeram com que a lavoura paulista se desenvolvesse com a mão de obra livre. 6. (Unesp 2010) Sobre o emprego da mão de obra escrava no Brasil colonial, é possível afirmar que a) apenas africanos foram escravizados, porque a Igreja Católica impedia a escravização dos índios. b) as chamadas “guerras justas” dos portugueses contra tribos rebeldes legitimavam a escravização de índios. c) interesses ligados ao tráfico negreiro controlado pelos holandeses forçavam a escravização do africano. d) os engenhos de açúcar do Nordeste brasileiro empregavam exclusivamente indígenas escravizados. e) apenas indígenas eram escravizados nas áreas em que a pecuária e o extrativismo predominavam. 7. (Ufc 2010) Por aproximadamente três séculos, as relações de produção escravistas predominaram no Brasil, em especial nas áreas de plantation e de mineração. Sobre este sistema escravista, é correto afirmar que: a) impediu as negociações entre escravos e senhores, daí o grande número de fugas. b) favoreceu ao longo dos anos a acumulação de capital em razão do tráfico negreiro c) possibilitou a cristianização dos escravos, fazendo desaparecer as culturas africanas. d) foi combatido por inúmeras revoltas escravas, como a dos Malês e a do Contestado. e) foi alimentado pelo fluxo contínuo de mão de obra africana até o momento de sua extinção em 1822. 8. (Pucrs 2010) Entre 1500 e 1530, os interesses da coroa portuguesa, no Brasil, focavam o pau-brasil, madeira abundante na Mata Atlântica e existente em quase todo o litoral brasileiro, do Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro. A extração era feita de maneira predatória e assistemática, com o objetivo de abastecer o mercado europeu, especialmente as manufaturas de tecido, pois a tinta avermelhada da seiva dessa madeira era utilizada para tingir tecidos. A aquisição dessa matéria-prima brasileira era feita por meio da a) exploração escravocrata dos europeus em relação aos índios brasileiros. b) criação de núcleos povoadores, com utilização de trabalho servil. c) utilização de escravos africanos, que trabalhavam nas feitorias. d) exploração da mão de obra livre dos imigrantes portugueses, franceses e holandeses. e) exploração do trabalho indígena, no estabelecimento de uma relação de troca, o conhecido escambo. 9. (Fgv 2009) "O primeiro grupo social utilizado pelos portugueses como escravo foi o das comunidades indígenas encontradas no Brasil. A lógica era simples: os índios estavam localizados junto ao litoral, e o custo inicial era pequeno, se comparado ao trabalhador originário de Portugal. (...) No entanto, rapidamente ocorreu um declínio no emprego do trabalhador indígena." (Rubim Santos Leão de Aquino et alii, "Sociedade brasileira: uma história através dos movimentos sociais") O declínio a que o texto se refere e o avanço da exploração do trabalhador escravo africano podem ser explicados: a) pelo prejuízo que a escravização indígena gerava para os senhores de engenho que tinham a obrigação da catequese; pela impossibilidade de a Coroa portuguesa cobrar tributos nos negócios envolvendo os nativos da colônia; pela presença de uma pequena comunidade indígena nas regiões produtoras de açúcar. b) pela forte oposição dos jesuítas à escravização indiscriminada dos índios; pelo lucro da Coroa portuguesa e dos traficantes com o comércio de africanos; pela necessidade de fornecimento regular de mão de obra para a atividade açucareira, em franca expansão na passagem do século XVI ao XVII. c) pela imposição de escravos do norte da África, por parte dos grandes traficantes holandeses; pela determinação da Igreja católica em proibir a escravização indígena em todo Império colonial português; pelo custo menor do escravo de algumas regiões da África, como Angola e Guiné. d) pelos preceitos das Ordenações Filipinas, que indicavam o caminho da catequese e não o do trabalho para os nativos americanos; pelo desconhecimento, por parte dos índios brasileiros, de uma economia de mercado; pelos acordos entre o colonizador português e parte das lideranças indígenas. e) pela extrema fragilidade física dos povos indígenas encontrados nas terras portuguesas na América; pelos preceitos religiosos da Contra-Reforma, que não aceitavam a escravização de povos primitivos; pela impossibilidade de encontrar e capturar índios no interior do espaço colonial. 10. (Ufpa 2008) Sobre os padres jesuítas, a Lei de 28 de abril de 1688 determinava o seguinte: "serão obrigados a fazer os resgates não só nas missões ordinárias e suas residências, mas para este efeito entrarão todos os anos em diversos tempos pelos sertões com a gente que entenderem necessária e cabos de escolta a sua satisfação, que uma e outra coisa lhe mandara dar prontamente nas ditas ocasiões o meu governador e capitão-general". "Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro", v. 66 (1948), p. 98. Essa Lei atribuía aos jesuítas a prática dos resgates, os quais consistiam em a) guerras contra os índios e a libertação de prisioneiros portugueses feitos por eles. b) lutas contra os muitos quilombos de africanos fugidos e o resgate desses escravos para devolução aos seus senhores. c) guerras contra os estrangeiros que invadiam os territórios da Amazônia portuguesa para escravizar os índios, e transformá-los em mão de obra nas propriedades agrícolas. d) expedições em direção ao sertão para a compra de prisioneiros índios cativados nas guerras entre as próprias nações indígenas, os quais eram considerados escravos pelos portugueses. e) capturas de índios do sertão pelos colonizadores, para a formação de núcleos próximos às grandes cidades a fim de evitar a formação de quilombos.

Literatura Brasileira: 100 livros essenciais - O Desafio

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Justiça e Virtude - Prof. Clóvis de Barros Filho

Tempo, historiografia e mundo líquido, com Leandro Karnal

Tempo, historiografia e mundo líquido, com Leandro Karnal

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